Samba do Congo

Arte, Cultura e Raiz; com o objetivo de difundir, valorizar e incentivar a arte por meio da composição musical, dando manutenção a raiz do samba paulista e a cultura afro-brasileira, valorizando e tendo como referência a nossa luta ancestral.

Sobre Nós

A Frente de Resistência Samba do Congo – Arte, Cultura e Raiz; teve seu início em abril de 2011 no bairro da Morro Grande, distrito da Brasilândia, com o objetivo de difundir, valorizar e incentivar a arte por meio da composição musical, dando manutenção a raiz do samba paulista e a cultura afro-brasileira, promovendo assim a inserção social e cultural por meio da história deste gênero genuinamente brasileiro, sempre valorizando e tendo como referência a nossa luta ancestral.

Durante esses dez anos, por conta da filosofia do projeto, outros fazedores de cultura, movimentos e coletivos culturais tornaram-se parceiros na caminhada do Samba do Congo, fortalecendo-se uns aos outros, como o Sarau da Brasa, Comunidade Buraco do Sapo, Coletivo Literário Elo da Corrente, Reduto do Rap, Associação de Capoeira Irmãos Unidos, Quilombaque, Kolombolo Diá Piratininga, entre outros. Desta maneira, o coletivo ganhou reconhecimento no bairro, na cidade e no Estado de SP, como um importante movimento de incentivo, manutenção e pesquisa da cultura e da arte, sendo tema de reportagem em vários meios de comunicação como Jornal Bom dia São Paulo (Rede Globo), Sites G1, Bol Notícias, Jornal Impresso “Agora”, TVT, entre outros.

Em 2019, nas festividades do Dia Nacional do Samba, em evento realizado no Teatro Municipal, o Samba do Congo recebeu uma homenagem da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo em reconhecimento ao trabalho realizado em prol da cultura da cidade, incentivo ao exercício da arte e da manutenção da memória do Samba Paulista.

2024 - Grupo Samba do Congo - Comemoração 13 anos

Nessa trajetória, sempre buscando expandir as atividades, ampliar o horizonte na busca e troca do conhecimento, e assim agregar mais pessoas da comunidade às atividades culturais existentes, a Frente de Resistência Samba do Congo teve quatro projetos aprovados por meio de editais. São eles:

 A GENÉTICA AFRO-BANTO NO SAMBA PAULISTA, PROAC 2014. O projeto teve como objetivo demonstrar influência da cultura Afro-Banto na formação do “DNA” do Samba de São Paulo. Foram realizadas rodas de conversa onde foram abordados temas da cultura Afro-Banto, passando por dialetos, ritmos e ancestralidade e também uma vez por mês era realizada a roda de samba paulista, sempre com a presença de um componente da velha guarda do Samba de São Paulo que compartilhava ali seus conhecimentos tácitos e natos por meio de bate-papo e música. Os convidados da velha guarda foram: Luizinho do Pandeiro, Maria Helena, Waldir Dicá, Luz Nascimento, Dodô, Mug, Zé Maria, Ideval Anselmo e Carlão do Peruche.

 NOSSA QUEBRADA - PROSAS EM CANTOS E HISTÓRIAS EM VERSOS - COMPOSITORES DO CONGO – VAI II 2016. O projeto trabalhou o fortalecimento da identidade afro-brasileira, evidenciando e reconhecendo a importância do Samba e do negro no legado histórico e cultural da Cidade de São Paulo. Nesta oportunidade, também foi realizado o registro do conteúdo por meio da gravação de um CD de áudio com obras dos novos compositores, assim como a produção de um vídeo curta-metragem, com relatos dos compositores e dos convidados sobre suas experiências de vida, de vivência musical e do processo de composição.

 PROJETO UBUNTU – TRANSFORMANDO COM ARTE – FOMENTO A À CULTURA DA PERIFERIA – 2017. Desenvolveu ações para potencializar e fomentar o exercício da arte, pesquisa e reflexão, multiplicando a oportunidade de acesso a um conteúdo cultural, histórico e educacional, dando possibilidade de inserção sociocultural e interação a crianças, jovens e adultos, por meio workshops sobre a cultura tradicional paulista (samba de bumbo, jongo e batuque de umbigada), viagens para vivências destas culturas em suas cidades matrizes (Pirapora do Bom Jesus, Guaratinguetá e Capivari), oficinas de cavaquinho, violão, samba-rock e rodas de conversas com escritores periféricos. Possibilitou a conquista da sede do Samba do Congo, onde acontecem atividades próprias e de coletivos parceiros.

 PROJETO SAMBA DO CONGO – 1ª EDIÇÃO DE PREMIAÇÃO DE ESPAÇOS CULTURAIS INDEPENDENTES NA CIDADE DE SÃO PAULO – 2020/2021 Aulas de Cavaco, Violão, Samba Rock e Canto Roda de Compositores como forma de incentivar o processo de criação e o exercício da arte



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